15 de dezembro de 2009

AMOR A VIDA



JOGAR CATA SUCATA É DIVERTIDO E VC APRENDE COMO RECICLAR!


COMO JOGAR:

O Cata Sucata é o jogo da coleta seletiva de lixo! Aqui você aprende e se diverte jogando nas latas certas alguns tipos de lixo que podem ser reaproveitados: metal (lata amarela), papel (lata azul) e vidro (lata verde). Apesar de não "participarem" da brincadeira, plásticos e lixo orgânico também podem e devem ser reciclados.
- Você começa o jogo em um cenário muito poluído, onde todo tipo de lixo "despenca". Ao fazer 300 pontos, a paisagem fica menos suja, e se você fizer 600 pontos, ela ficará limpa, bonita e preservada!
- Sua missão inicial é recolher apenas objetos de METAL.
- Cada objeto correto vale 10 pontos. Se você pegar o objeto errado, perde 10 pontos.
- Se você deixar passar 3 objetos obrigatórios sem pegar, passa para a fase seguinte: PAPEL. Essa fase é mais rápida, e você deve prestar mais atenção. Se os erros se repetirem, você passa para a fase VIDRO, que é ainda mais difícil.
- Fique de olho! Se você encontrar essas latas coloridas na rua, já vai saber como usar!

PARA JOGAR O CATA SUCATA CLIQUE AQUI

14 de dezembro de 2009

Esquema mostrando alguns componentes dos lixões

Posted by Picasa


Fonte:César da S Junior, Sezar Sasson, Paulo S B Sanches, 2005,Ciências:entendendo a natureza, o mundo que vivemos, Saraiva,SP

FORUM:o que podemos fazer para manter o equilíbrio no meio ambiente em que vivemos?

Todos nós temos responsabilidades em relação ao lixo produzido e jogado no meio ambiente. Produzimos segundo fontes, em média mais de 1 kg de lixo por dia!

O que podemos fazer para que esse material não seja descartado na natureza de qualquer forma, poluindo o meio ambiente em que vivemos e envenenando a água que bebemos, lençóis freáticos e etc. E aquecendo o nosso planeta com mais gás carbônico, lançado na atmosfera?

Dê também sua opinião, comente e ajude a combater esse mal que poderá vir a exterminar a humanidade e todos os seres vivos sobre o planeta!

13 de dezembro de 2009

Respeito ao meio ambiente, aula de campo

Aula de campo, guiada, na Floresta da Tijuca.
Alunos da rede municipal do Rio de Janeiro 11/2009, após projeto ECOESCOLA, onde foram abordados diversos temas ligados a educação ambiental (reciclagem, energia, água, animais...) de acordo com a idade e nível escolar dos estudantes.
Passeios realizados: Floresta da Tijuca, Centro Cultural da Ligth, Jardim Botânico, ZOO,ONGs, palestras (criação de abelhas, fabricação de mel, exposição), Teatro da COMLURB, oficina de reciclagem, entre outros.


A oportunidade de observar de perto, perceber a diferença da umidade do ar na floresta, conectar informações teóricas e práticas...
Os temas transversais são abordados de maneira contextualizadas, ao perceberem que a 500 anos atrás os habitantes tinham outro modo de vida, a interferência dos europeus, o desmatamento pelo interesse econômico (café), o reflorestamento após as consequências climáticas no local (falta de chuva, seca, calor...)


















12 de dezembro de 2009

Noticia retirada do Blog do Green Peace; para todos refletirem!!!

Retirado de:
http://www.greenblog.org.br

Era hora do almoço quando meu telefone tocou. Nunca mais verei uma pessoa muito importante para mim. Uma pessoa que fez de mim muito do que sou e que me ensinou muito do que sei. Mas ela teve uma bela e longa vida, sempre foi carinhosa, honesta, justa e em sua estada neste planeta espalhou estes princípios.

Eu estava no meio do centro de convenções onde acontece a CoP 15. Havia saido de uma sala de reuniões onde países se recusam a ceder suas posições para o bem comum. Há dois dias, o representante de Samoa, uma das pequenas ilhas do Pacífico, havia feito seu discurso de abertura. Ele falava da sobrevivência, não só do seu povo, mas de milhões de pessoas de diversos países. Apesar dos aplausos, poucos perceberam o que isso significa de verdade. Eu me incluo nesse grupo. Na correria das negociações, as vezes esquemos a razão de estarmos aqui.

Hoje eu percebi porque estou aqui. Obviamente fiquei chateado com a notícia, mas foi a mistura com o que estou vivendo que realmente me abalou. Enquanto tentava assimilar o que havia acabado de ouvir, pensava que atualmente milhares de pessoas passam pela mesma coisa, só que de uma maneira muito pior. Minha perda é parte de um ciclo que não podemos mudar. O ciclo da vida. Outras perdas, são parte de um ciclo que podemos evitar. As mudanças do clima.

Enquanto pensava que não iria mais poder ouvir repetidas histórias de minha infância, contar 100 vezes o nome do local para o qual eu viajaria no dia seguinte ou simplesmente aproveitar um abraço, pensei também nas pessoas que são privadas daqueles que amam por fenômenos climáticos. Pensei nas milhares de vezes em que li notícias do tipo “3 pessoas mortas em inundação” e não me dei conta do real significado daquilo. Senti um pouco de vergonha de mim mesmo. Neste momento, eu percebi o que uma perda realmente significa.

Pense em uma pessoa querida. Muita querida. Agora pense que você nunca mais poderá ver, ouvir, tocar, falar com esta pessoa porque ela morreu em uma inundação, tornado, seca, onda de calor… E que isso foi causado porque os governantes de alguns dos países mais ricos do mundo são incapazes de abrir mão de uma fração ínfima de seu dinheiro (evitar as mudanças do clima pode custar só 3% do PIB global). É isso o que acontece por aqui. Enquanto as pequenas ilhas afundam e milhões de pessoas dos países menos desenvolvidos choram por seus entes queridos, lamentando perdas irreparáveis, os negociadores dos países ricos assumem posturas ridículas como a tentativa de burlar as regras de contagem das emissões - para colocar uma meta bonita mas não precisar fazer nada de verdade; prometem quantias ridículas de recursos financeiros para os mais pobres e evitam a construção de um protocolo de verdade. O pior é que fazem isso sabendo que se o bicho pegar, poderão se esconder atrás de diques, muralhas, ar condicionado e supermercados.

Falta bondade nas pessoas que tem o poder de fazer a mudança. Enquanto estava triste, vi vários jovens com camisetas onde se lia “nosso futuro não é negociável”. Via pessoas de ONGs fazerem lobby nos negociadores. Vi grupos das pequenas ilhas travarem a negociação para discutir aquilo que realmente interessa. E vi os donos do poder se recusarem a colocar suas metas para o público. Há bondade, mas está nas mãos erradas.

Será que eles sabem o tamanho da responsabilidade que têm nas mãos? Será que entendem que suas decisões podem significar vida ou morte para milhares de pessoas? Será que tem noção do tamanho e da importância de uma única vida. Muito mais para quem fica do que para quem vai. Para quem fica com o coração apertado, os olhos molhados, as memórias e as saudades. Parece que não.

- Negociadores, não tem carvão, petróleo, madeira ou dólar que possa valer mais do que uma vida. Vocês tem a honra de poder mudar o futuro, de salvar milhares de vidas, de evitar milhões de lágrimas. Vocês tem nas mãos a balança da felicidade e da tristeza, da bondade e da maldade, da ganância e da compaixão. Lembrem-se da razão pela qual vocês estão aqui. Vocês vieram salvar o planeta e não representar os interesses de alguns privilegiados. Ouçam o clamor dos jovens, os gritos de socorro dos menos favorecidos e o apelo de milhões de pessoas que estão mobilizadas ao redor do mundo por um resultado de sucesso em Copenhague. A postura de alguns de vocês é suja, maldosa e desprezível. Não custará muito para seu país. Mas pode custar muito para a humanidade.

O céu está prestes a ganhar mais uma estrela. Adeus vó. Obrigado por tudo.

(Por favor não postem mensagens de pêsames. Foi uma bela vida e deve ser celebrada, não lamentada)

Postado por joao.talocchi em: GreenpeaceTags: , , , , , , ,